domingo, 17 de abril de 2011
OPINIÃO
OPINIÃO!...para você pensar e refletir, como as peças se encaixam em muitos quebra-cabeças da Vida.
Por Carlos Roberto Correa - Engenheiro, Físico e Apicultor
" entendo como mais uma forma de agregação de amigos, visto as outras formas como palestras, seminários e congressos ter modelo falido e não mais despertar interesse dos apicultores ativos, por causas tais: antigos palestrantes com antigas ladainhas, menbros das academias, apicultores de gabinetes com pouco trato com as abelhas e suas imposições de idéias, exposição de membros de todos tipos de entidades, comerciantes visando lucro com seus produtos, todos com pouco conteúdo de utilição dos apicultores, muito bla bla bla, servindo para conteúdo de bajulação e fotos dos mentores das festas em periódico."
terça-feira, 12 de abril de 2011
domingo, 10 de abril de 2011
MIRIM PREGUIÇA
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Esta é uma Mirim Preguiça que eu retirei da parede de uma casa, esta parede será reformada e o proprietário solicitou a retirada das abelhinhas. Este resgate foi muito complicado nestas condições, pois o tijolo onde elas nidificaram tinham um espaço pequeno para a colônia coisa de 25cm.
Uma observação importante que pude fazer é que nesta condições a colônia não havia construído, cabos de cerume, acredito que seja por não haver espaço suficiente.
A Colônia foi colocada numa Caixa relativamente grande, três vezes maior que sua morada anterior, meu objetivo é estimular o crescimento da família. Não retirei nada como pode ser notado nas fotos acima.
Após 5 dias eu reabri a caixa e percebi que estavam evoluindo na construção e limpeza de tudo, mesmo assim dei uma força com uma pinça cirúrgica, retirando pedacinhos de tijolos e abelhas mortas.
"o aspecto da mocinha é de uma princesa que está se desenvolvendo. O abdômen deve aumentar, se esta for a escolhida.
Se fosse a rainha, estaria no ninho e não na melgueira. Talvez com a transferência, a prisão real se rompeu e ela escapou, vagando pela colmeia nova".
Sigfrid Fromming
FOTOS:
0 - ninho na parede1 - ninho na caixa (1º dia)
2 - ninho na caixa (5º dia)
4- potes de mel, pólem, etc (5º dia)
3 - potes de mel,pólem, etc (1º dia)
5- Rainha passeando na melgueira (ou princesa)
terça-feira, 5 de abril de 2011
BUCHA VEGETAL

A bucha popularmente conhecida por esponja vegetal, é uma cucurbitácea trepadora, de grandes folhas e flores. Sua fibra usada para vários utensílios de banho, como esponjas,
sábado, 2 de abril de 2011
REVISÃO CAIXA - PLEBEIA DRORYANA
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-FOTOS 1,2,3 E 4 TIRADAS NO DIA DA TRANSFERÊNCIA DO MURO PARA A CAIXA RACIONAL 29/MARÇO/2011 ÀS 15:25 HORAS
-FOTOS 5 E 6 TIRADAS NO DIA 03/ABRIL/2011 ÀS 11:30 HORAS DURANTE REVISÃO.
Observação: no lado esquerdo da caixa (foto 6) um acumulo de sujeira(restos de cimento) e na parte de fora próximo a entrada (foto 5) as sujeiras que estão sendo descartadas.
segunda-feira, 28 de março de 2011
CUSTO DO PINTEIRO



QUAL O CUSTO DA ENERGIA GASTA POR UMA LÂMPADA DE 100W PARA UM PINTEIRO?
O cálculo do consumo de energia: W=P.T, onde: W - energia consumida; P - potência,no caso,da lâmpada; T - tempo de utilização da lâmpada. Potência da lâmpada: 100 watts Tempo de utilização da lâmpada: 24 horas por dia,o tempo em horas para trinta dias será:T=(24h/dia x 30dias) :: T=720 horas. Aplicando os valores encontrados em W=P.T, temos: W=(100W x 720,0h) :: W=72000Wh. Dividindo este valor por 1000, vamos obter W em kWh (quilo.watt.hora). Então, a energia consumida pela lâmpada no período considerado será de 72kWh. Para saber o preço que você pagaria por este consumo, basta multiplicar pelo custo do kWh fornecido pela concessionária local. Para obter este valor pegue a sua conta de luz e divida o valor a ser pago pelo consumo de energia em kWh. Supondo que o preço do kWh seja de R$0,27 centavos de reais, o custo da energia consumida pela lâmpada será de: C=(72x 0,27) :: C=R$19,44.
domingo, 27 de março de 2011
DOENÇAS DAS GALINHAS



COMPLEXO LEUCÓTICO AVIÁRIO
Nome genérico: Neurolinfomatose ou doença de Marek
Agente responsável: Oncovírus
Sintomas: As aves atacadas pela doença apresentam como primeiro sintoma a dificuldade de locomoção, conhecida popularmente como passos curtos ou pernas presas. Quando a doença se agrava surgem paralisias das pernas e asas. O animal dobra as pernas quando está parado e não há coordenação de movimentos. A cabeça apresenta movimentos inquietos e posições estranhas. Cegueira e torcicolo. Como evitar: Aves estranhas, portadoras da moléstia, são as responsáveis pelo aparecimento da doença nos rebanhos. Portanto, é necessário impedir a entrada de aves desconhecidas nos lotes sadios. Sacrifique e queime os animais doentes e suspeitos. Faça o exame anual do rebanho através de um médico veterinário.Como tratar: Não há tratamento.
CORIZA INFECCIOSA
Nome genérico: Coriza bacilar, coriza cocobaciliforme e coriza infecciosa mista
Agente responsável: Hemophilus gallinarum
Sintomas: o corrimento nasal muco-purulento é o primeiro e mais característico sintoma. A mucosidade fica seca e obstrui as narinas, obrigando as aves a grandes esforços respiratórios. Apresentam conjuntivite, pálpebras fechadas, depressão, emagrecimento, diarréia, queda de postura, presença de crostas catarrais na boca e nas narinas e tosse, que o avicultor costuma chamar de "pigarra". Por fim, a ave apresenta morte por asfixia. Como evitar: As aves sãs não devem ter contato direto com animais doentes, objetos, alimentos, água ou pessoas contaminadas. A água contaminada com o corrimento nasal é o principal veiculo de transmissão. O isolamento dos animais doentes é a principal medida profilática. Desinfete permanentemente os aviários e seus pertences. Como tratar: Adicionando sulfas na água de bebida e na ração.
Nome genérico: Difteria
Agente responsável: Borreliota avium
Sintomas: Tristeza, sonolência, penas eriçadas, exantema nodular da pele, principalmente nas regiões desprovidas de penas. Os nódulos pequenos e rosados a principio crescem rapidamente e transforma-se em verrugas isoladas ou aglutinadas, de superfície úmida e, alguns dias após, ressecadas. As formações nodulares se localizam principalmente nas cristas, barbelas, pálpebras, bico e nas membranas interdigitais dos palmípedes. As mucosas da boca, nariz, faringe e laringe podem ser alteradas por manchas pequenas e esbranquiçadas que se ulceram. Como evitar: Utilizando a vacinação preventiva nas aves e isolando os animais doentes em locais protegidos de mosquitos. Como tratar: Não há tratamento. Alguns veterinários utilizam antibióticos misturados à água, porém, o sucesso do medicamento vai depender da resistência da ave.
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